segunda-feira, 8 de junho de 2015

(re)começando.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Assombrada por recordações dolorosas e uma paranóia crescente, uma mulher desestabilizada se esforça para se reintegrar com sua família depois de escapar de um culto abusivo. -Filmow
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Gostei mais do que pensei que gostaria desse filme. Ontem enquanto rodava pelos canais da minha tv de madrugada vi 3 minutos desse filme. O filme me pareceu lento mas resolvi dar uma chance por causa da Elizabeth Olsen. Nunca tinha assistido um filme em que ela fosse protagonista. O filme é sobre uma sociedade secreta e como somos frágeis e propensos a sermos manipulados. O filme segue duas linhas de tempo. Passado e presente ao mesmo tempo. Então a medida que você vai vendo as causas você vai entendendo as consequências. Gosto muito de filmes focados na natureza do ser humano. Isso me faz aprender muito sobre as pessoas e sobre a vida e é melhor que BBB. Risos.


Um rapaz de 16 anos consegue entrar na casa de um colega da sua aula de literatura e resolve escrever sobre o fato no seu trabalho de francês. Animado com o dom natural do aluno e o progresso do seu trabalho, o professor volta a apreciar a função de educador dos jovens. Entretanto, a invasão do aluno vai desencadear uma série de eventos incontroláveis. -Filmow
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Esse filme foi indicação do @yagoprettyodd do twitter. Ele acertou na mosca (adoro expressões antigas). Quando o filme começou eu achei ele meio estranho, mas não de uma forma ruim. O estranhamento veio porque só estou acostumado a assistir filmes que o idioma falado é o inglês. Mas o francês deixou o filme mais charmoso. O filme fala sobre a curiosidade do ser humano sobre os outros. Esse tema é fascinante porque por mais que a gente tente negar adoramos uma fofoca e um reality show. O filme vai mostrando como funciona a vida de uma família através dos olhos de um garoto que conta tudo em textos para o seu professor de redação. O filme tem um suspense porque você fica pensando “é agora que esse menino vai matar a família toda?”. Você fica perguntando se tudo aquilo que ele está escrevendo é verdade, se ele está inventando tudo e na verdade o verdadeiro “estudo do comportamento” dele está sendo o seu professor e por aí vai... No final do filme alguma dessas perguntas são respondidas e subentendidas no ar. Gostei muito e indico o filme. Nunca tinha visto uma história assim, já que alguns filmes são mais previsíveis. 


Claire Simmons (Jennifer Aniston) é uma mulher traumatizada e depressiva, que busca ajuda em um grupo para pessoas com dores crônicas. Lá, ela descobre o suicídio de um dos membros do grupo, Nina (Anna Kendrick). Claire fica obcecada pela história desta mulher, e começa a investigar a sua vida. Aos poucos, começa a desenvolver uma relação inesperada com o ex-marido de Nina, Roy (Sam Worthington). -Filmow
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Olha, eu sabia que esse filme era um drama, mas não sabia que era um drama dessa forma. Por se tratar da Jennifer Aniston pensei que se tratava de um filme sobre uma mulher depressiva que virava confeiteira para achar um sentido na vida. Risos. O filme fala sobre feridas. Não necessariamente é um filme que mostra a busca pela felicidade e todas essas coisas. É um filme sobre o luto. Mesmo Claire sendo uma megera é possível gostar dela porque você compreende e aceita a personagem. É um filme bonito. Não é aquele tipo de filme que te deixa motivado a procurar a felicidade e se reinventar, mas tem seus ensinamentos. Adoro a Jennifer Aniston e até hoje só tinha visto ela em comédias românticas (nunca assisti Friends). Ela está atuando muito bem nesse papel. Não é um daqueles papeis que ganham o Oscar, mas é um papel importante. Vai lá assistir!

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